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Chefe do exército norte-americano admite que operação contra EI poderá durar "vários anos"


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Chefe do exército norte-americano admite que operação contra EI poderá durar "vários anos"

O combate contra o grupo Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria poderá durar, “vários anos”, segundo o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas norte-americanas.

O General Martin Dempsey deslocou-se este sábado ao Iraque, durante uma visita surpresa, pela primeira vez desde o início das operações da coligação militar internacional contra o grupo islamita.

Uma visita para reunir-se com responsáveis políticos iraquianos e levantar o moral das tropas, com o anúncio de que o equilíbrio de forças no terreno, “está a mudar”, graças à colaboração entre o exército iraquiano e as forças internacionais.

A visita ocorre num momento em que o exército iraquiano afirma estar prestes a recuperar o controlo sobre a maior refinaria de petróleo do país, em Banji, às mãos do grupo islamita e que foi alvo de novos bombardeamentos no sábado.

O anúncio de que a operação contra o EI poderá durar vários anos ocorre depois de Washington ter autorizado o reforço do seu contingente militar no terreno de 1.400 para 3.100 homens.

O general Dempsey afirmou ainda que vai lançar um novo programa de recrutamento para aumentar o número de efetivos do exército iraquiano, tendo igualmente lembrado que o maior desafio no terreno passa por ultrapassar as divisões entre as comunidades xiita e sunita do país. “Vamos necessitar de tempo para construir um clima de confiança”, afirmou Dempsey, “pelo menos vários anos”.

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