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EUA confirmam decapitação de trabalhador humanitário

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EUA confirmam decapitação de trabalhador humanitário

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Os Estados Unidos confirmaram a morte do trabalhador humanitário Peter Kassig, o quinto ocidental executado pelos extremistas do autodenominado Estado Islâmico desde agosto.

O grupo radical tinha reivindicado a decapitação do norte-americano de 26 anos, sequestrado em 2013, em resposta à decisão de Washington de enviar conselheiros militares para o Iraque.

Numa mensagem publicada nas redes sociais da internet, os pais de Kassig disseram estar com o “coração partido por saber que o filho perdeu a vida pelo amor ao povo sírio”.

Antigo militar convertido ao Islão, Kassig tinha fundado uma organização humanitária para oferecer assistência e formação médica aos civis na Síria.

No vídeo onde anunciaram a morte do norte-americano, os extremistas reivindicaram também a decapitação de 18 soldados sírios.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que se tratou de um “ato de maldade absoluta conduzido por um grupo terrorista”. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou que “o Estado Islâmico mostra mais uma vez toda a sua perversidade”.