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Alemanha avança com "quotas femininas"

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Alemanha avança com "quotas femininas"

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Na Alemanha, a coligação no poder avança com uma quota feminina nos órgãos não executivos das principais empresas cotadas na bolsa. O acordo será transformado em projeto-lei, que será apresentado ao conselho de ministros a 11 de dezembro.

A partir de 2016, os conselhos de vigilância de 108 empresas terão de ter pelo menos 30% de mulheres. Os lugares não ocupados manter-se-ão vazios.

O partido de Angela Merkel oponha-se à medida, enquanto os parceiros sociais-democratas queriam ir mais longe, impondo quotas mesmo na direção.

Mas no final, mais de 3500 empresas, cotadas na bolsa ou com representantes do pessoal nos conselhos de vigilância, ficam excluídas e podem aplicar “quotas flexíveis”.