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Afeganistão: NATO põe fim a missão de combate no ano mais sangrento de sempre

Os Estados Unidos e a NATO põem fim à missão de combate no Afeganistão quando a situação no país se encontra tão ou mais volátil que em 2001. Uma

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Afeganistão: NATO põe fim a missão de combate no ano mais sangrento de sempre

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Os Estados Unidos e a NATO põem fim à missão de combate no Afeganistão quando a situação no país se encontra tão ou mais volátil que em 2001.

Uma cerimónia militar em Cabul assinalou, esta segunda-feira, o fim de um capítulo iniciado há 13 anos após os atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos.

Do pico de 140 mil homens mobilizados no país em 2011, apenas 13.000 vão permanecer no território, oficialmente para dar formação às tropas afegãs.

Uma retirada que ocorre no ano mais sangrento vivido no país, quando mais de 4.600 militares foram mortos em vários atentados.

Uma nova ação contra uma esquadra em Cabul provocou esta segunda-feira cinco mortos, entre um polícia e quatro civis.

A saída de cena das tropas ocidentais coincide com o aumento dos ataques no território, quando alguns analistas afirmam que o Inverno não irá travar a atividade dos grupos islamitas no terreno.

Washington reviu há semanas o mandato das tropas que vão permanecer no país para permitir que continuem a participar nas operações contra os movimentos islamitas.

O fim da missão da ISAF ocorre num ano em que a produção de ópio no país atinge um novo recorde.