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EUA: Relatório sobre a tortura não afetará profundamente a CIA

Apesar de a presidente da Comissão sobre Serviços de Informação do Senado, Dianne Feinstein, ter considerado as ações da CIA uma mácula nos valores e

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EUA: Relatório sobre a tortura não afetará profundamente a CIA

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Apesar de a presidente da Comissão sobre Serviços de Informação do Senado, Dianne Feinstein, ter considerado as ações da CIA uma mácula nos valores e na história dos Estados Unidos, a maior parte do Congresso apoia as ações cobertas, vistas como necessárias no combate a adversários como a organização Estado Islâmico.

O psicólogo James Mitchell que trabalhou para a CIA no programa de interrogatórios, quando foi entrevistado pela Vice News, disse:

“Por uma série de razões, parece-me completamente insensível que quando se esbofeteia Khalid Sheikh
Mohammed, seja mau; mas disparar um míssil contra uma família a fazer um piquenique e matar toda a gente, esteja bem. Então, e as perdas colaterais de vidas? E, se os matarmos, não podemos interrogá-los”.

Analistas referem que a CIA não deve ser muito afetada pelas revelações da tortura de operacionais da Al-Qaida, feita durante a presidência de George W. Bush.

O diretor da agência, John Brennan, admite terem sido cometidos “erros”, mas insiste que as “técnicas reforçadas” de interrogatório utilizadas, impediram novos atentados após o 11 de setembro.