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Greve geral paralisa Bélgica

A Bélgica acordou praticamente paralisada naquele que promete ser um dos maiores protestos de sempre contra as medidas de austeridade. O setor dos transportes é um dos mais afetados pela greve geral d

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Greve geral paralisa Bélgica

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O metro e os comboios também estão parados. Os hospitais funcionam com serviços mínimos e as escolas estão fechadas. A circulação nas principais cidades vai ainda ser dificultada pelos inúmeros protestos marcados para todo o dia. No centro da contestação estão o congelamento dos salários, a subida dos impostos e o aumento da idade da reforma. Uma manifestante entrevistada pela Euronews em Bruxelas, lembra que “neste protesto estão trabalhadores jovens e mais velhos. A todos foi dito que teriam de trabalhar até aos 65 anos e agora vão ter de trabalhar mais dois anos.”

Mas o caos provocado pelas sucessivas greves faz com que as opiniões se dividam. Um morador da capital belga considera que “que já mostraram demasiadas vezes a insatisfação. É a altura de voltar à vida normal.”

Mas esse não é o objetivo dos sindicatos que só no último mês organizou centenas de protestos nas ruas do país. O correspondente da euronews em Bruxelas, Sandor Zsiros, lembra que “os manifestantes garante que vão continuar a contestação até verem satisfeitas as suas exigências mas o governo também está numa posição difícil uma vez que precisa reduzir a dívida pública em 11 mil milhões de euros nos próximos 5 anos.”