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Volta a tensão à Faixa de Gaza

A tensão regressa à Faixa de Gaza depois da aviação israelita ter bombardeado alvos na Cisjordânia, mais precisamente instalações do Hamas, em Khan

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Volta a tensão à Faixa de Gaza

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A tensão regressa à Faixa de Gaza depois da aviação israelita ter bombardeado alvos na Cisjordânia, mais precisamente instalações do Hamas, em Khan Yunis. Segundo responsáveis médicos palestinianos não há vítimas.

O exército hebraico diz que o ataque foi uma resposta ao lançamento de um roquete palestiniano contra o país mas a proposta de um projeto de resolução, palestiniano, ao Conselho de Segurança da ONU também causou desconforto entre as duas partes. A Palestina propõe um acordo de paz, dentro de um ano, e a desocupação dos seus territórios até ao fim de 2017. Israel não aceita que este projeto, submetido formalmente pela Jordânia, seja votado e acusa a Palestina de continuar a fomentar a guerra:

“Esta ação palestiniana é hostil, nada amigável e é um passo contra Israel. Não é um caminho para a paz mas para a guerra”, afirma Yuval Steinitz, ministro dos Assuntos Estratégicos israelita.

Do lado palestiniano apoia-se a iniciativa que se vê como uma demonstração de força:

“É um passo para acabar com a ocupação que acontece em condições de segurança muito complicadas, com as ações bárbaras
dos israelitas contra os palestinianos e Deus queira que encontremos uma solução para acabar com esta questão e com a presença israelita nos territórios palestinianos”, diz Assem Araura, habitante de Ramallah.

Este foi o primeiro raide aéreo desde o fim da ofensiva militar de Telavive contra a Faixa de Gaza, que começou a 8 de julho, durou sete semanas e matou mais de 2100 palestinianos.