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Dia negro nos mercados financeiro e de matérias-primas

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Dia negro nos mercados financeiro e de matérias-primas

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Dia negro para o setor energético. O preço do petróleo atingiu mínimos de cinco anos e meio, com a oferta a superar a procura.

No ano passado, a produção russa foi a maior da era pós-soviética (10,58 milhões de barris por dia) e as exportações iraquianas atingiram, em dezembro, níveis de 1980.

O barril de Brent recuou quase 6% para a casa de 53 dólares. Em Nova Iorque, o crude está também em forte queda e chegou a cotar-se abaixo dos 50 dólares, pela primeira vez desde abril de 2009.

A acompanhar o petróleo, o cobre atinge o valor mais baixo em quatro anos e meio.

A queda das matérias-primas e os receios com as eleições na Grécia fizeram afundar as bolsas europeias. No total, na sessão terão sido eliminados mais de 200 mil milhões de euros.

Todas as bolsas do velho Continente fecham no vermelho. A praça de Milão perdeu quase 5%, só superada por Atenas.

Lisboa, Paris e Madrid recuam mais de três. Frankfurt quase três.

O índice pan-europeu EuroStoxx cinquenta cede 3,8%, a maior queda diária desde outubro. As ações dos setores energético e mineiro são as mais penalizadas.