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"Somos Charlie" de Roma a Sidney

Quinta-feira foi dia de luto nacional, em França, e de homenagem, ao longo de todo o mundo, às vítimas do ataque contra o jornal satírico Charlie

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"Somos Charlie" de Roma a Sidney

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Quinta-feira foi dia de luto nacional, em França, e de homenagem, ao longo de todo o mundo, às vítimas do ataque contra o jornal satírico Charlie Hebdo.

Em Roma, assim como em outras cidades mundiais, centenas concentraram-se frente à embaixada francesa com o slogan, “todos somos Charlie”.

O mesmo cenário repetia-se em Atenas, onde as canetas em punho ou as imagens de homenagem dos desenhadores de todo o mundo foram empunhadas pela multidão que cumpriu um minuto de silêncio.

Em Washington, o presidente Barack Obama deslocou-se à embaixada francesa para assinar o livro oficial de condolências, com uma longa mensagem sobre a “aliança histórica entre os dois países”, rematada com um “vive la France”.

Em Niterói, nos arredores do Rio de Janeiro, dezenas de pessoas participaram numa vigília pelos jornalistas do semanário Charlie Hebdo, convocada pela associação Rio de Paz.

Em Sidney, na Austrália, cerca de duas mil pessoas concentraram-se na praça Martin, que tinha sido palco há semanas de um sequestro realizado por um islamita radical que terminou com três mortes, durante o assalto final da polícia.