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EUA emitem alerta mundial de viagem na sequência de ataques em Paris

Os Estados Unidos emitiram um alerta mundial de viagem, no rescaldo dos ataques extremistas em Paris. As autoridades apelam aos cidadãos para

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EUA emitem alerta mundial de viagem na sequência de ataques em Paris

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Os Estados Unidos emitiram um alerta mundial de viagem, no rescaldo dos ataques extremistas em Paris.

As autoridades apelam aos cidadãos para manterem o nível máximo de alerta, perante a possibilidade de se exercer pressão adicional sobre o Ocidente, pelas ações militares lideradas pelos Estados Unidos contra o autodenominado Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

“Eles acreditam que o ataque a um país é, na verdade, um ataque a todos os outros. Por isso, no caso dos ataques em França, por exemplo, quer o Reino Unido quer os Estados Unidos equacionaram a hipótese de se verificarem também ataques idênticos nos respetivos territórios”, explica Cedric Leighton, antigo agente de inteligência dos Estados Unidos.

As manifestações de solidariedade fazem-se notar em frente à embaixada de França, em Washington.

Apesar de parecer que o pior já passou, o presidente Barack Obama fez questão de lembrar que ainda não é tempo de baixar a guarda. Até porque esta sexta-feira a Al-Qaeda prometeu novos ataques em França num vídeo colocado na Internet e detetado pelo serviço norte-americano de vigilância de sítios islâmicos na Internet (SITE).

“Esperamos que a ameaça imediata esteja ultrapassada, graças à coragem e ao profissionalismo das forças francesas no terreno. O Governo gaulês continua a deparar-se com a ameaça de terrorismo e tem de se manter alerta porque a situação pode mudar a qualquer instante”, sublinhou o presidente dos Estados Unidos.

Também esta sexta-feira, em Washington, a câmara dos representantes cumpriu um minuto de silêncio em memória das vítimas dos ataques em Paris.

Vários líderes europeus participarão na marcha de solidariedade de domingo na capital francesa, ao lado de François Hollande. O Primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, e a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, representarão Portugal na manifestação.