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Papa nas Filipinas, o bastião do catolicismo na Ásia

Depois do Sri Lanka, o papa Francisco está agora nas Filipinas, a mais católica nação da Ásia, com cerca de cem milhões de habitantes. Por todo o

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Papa nas Filipinas, o bastião do catolicismo na Ásia

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Depois do Sri Lanka, o papa Francisco está agora nas Filipinas, a mais católica nação da Ásia, com cerca de cem milhões de habitantes.

Por todo o país os sinos tocaram quando Francisco chegou ao aeroporto de Manila, onde foi recebido pelo presidente, Benigno Aquino.

Os serviços meteorológicos esperam uma tempestade tropical no momento em que milhões de pessoas se aglomeram nas ruas para verem o homem que traz uma mensagem de compaixão para milhões de pobres, vítimas de corrupção de conflitos e catástrofes naturais.

Renato Reyes, líder de um movimento de esquerda que reúne várias associações, afirma:

“Ele é conhecido por se interessar fortemente pelas questões sociais. E isso é verdadeiramente importante nas Filipinas atualmente, tendo em conta que enfrentamos uma pobreza e uma violação dos direitos humanos massiva.”.

É toda a sociedade que espera Francisco neste país. Familiares de presos políticos, agricultores despojados das respetivas terras, famílias desalojadas por violentos fenómenos meteorológicos, todos acalentam a esperança de que a benção de Francsico lhes traga um futuro melhor.

“Esperemos que o Papa ouça as nossas súplicas, para nos devolverem as terras que nos foram roubadas durante o regime de Marcos”, afirma este agricultor.

O ponto alto desta visita de cinco dias é a missa de domingo em Manila, onde são esperadas seis milhões de pessoas. A visita está rodeada de fortes medidas de segurança, com 50 mil militares nas ruas.

No sábado, Francisco vai a Tacloban, na ilha de Leyte, a 635 km de Manila, onde em 2013 o tufão Haiyan fez mais de 7 mil mortos ou desaparecidos.