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Bruxelas suspeita de ajudas ilegais do Luxemburgo à Amazon


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Bruxelas suspeita de ajudas ilegais do Luxemburgo à Amazon

A Comissão Europeia suspeita que as vantagens fiscais dadas pelo Luxemburgo à Amazon são “uma ajuda de Estado” e, por isso, ilegais. É o que ressai dos documentos divulgados esta sexta-feira, mas que datam de 7 de outubro.

Bruxelas abriu uma investigação aos regimes fiscais de várias multinacionais na Europa: à Fiat, no Luxemburgo, à Apple, na Irlanda, e à Starbucks, na Holanda.

O regisme fiscal da Amazon remonta a 2003, altura em que o atual presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, era primeiro-ministro do Luxemburgo.

Em 2013, a subsidiária luxemburguesa da Amazon apresentou lucros de 13,6 mil milhões de euros, um quinto das receitas mundiais do grupo.

Para Bruxelas, o acordo que permitiu à empresa reduzir os impostos deu-lhe uma vantagem. Fala-se então de uma distorção do mercado.

O governo luxemburguês reagiu. Diz que os documentos “não revelam nenhum elemento novo” e “que as alegações obre ajudas de Estado, neste caso, não têm substância”.

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