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Mundo muçulmano em polvorosa contra o Charlie Hebdo

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De  Ricardo Figueira  com Reuters, AFP, APTN
Mundo muçulmano em polvorosa contra o Charlie Hebdo

<p>A capa do novo número do semanário satírico Charlie Hebdo, com uma caricatura do Profeta Maomé, está a causar uma nova onda de manifestações nos países muçulmanos.</p> <p>Em Argel, capital da Argélia, a polícia interveio para dispersar uma manifestação que juntou 2000 a 3000 pessoas. Alguns dos manifestantes mostravam palavras de ordem a glorificar os irmãos Kouachi, autores do atentado contra o jornal, que fez 12 mortos.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" lang="en"><p>The criticism of the new <a href="https://twitter.com/hashtag/CharlieHebdo?src=hash">#CharlieHebdo</a> cover explained <a href="http://t.co/tb9jPUemrh">http://t.co/tb9jPUemrh</a></p>— Huffington Post (@HuffingtonPost) <a href="https://twitter.com/HuffingtonPost/status/555936258070179841">January 16, 2015</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p><blockquote class="twitter-tweet" lang="en"><p>Turkish magazine <a href="https://twitter.com/hashtag/CafCaf?src=hash">#CafCaf</a> gives the answer <a href="https://twitter.com/hashtag/CharlieHebdo?src=hash">#CharlieHebdo</a> Hebdo deserves <a href="http://t.co/2i0SVpNXbx">http://t.co/2i0SVpNXbx</a> <a href="http://t.co/pU7QNb0r4O">pic.twitter.com/pU7QNb0r4O</a></p>— Worldbulletin (@worldbulletin) <a href="https://twitter.com/worldbulletin/status/556082184759816192">January 16, 2015</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>Em Istambul, alguns manifestantes não tiveram medo de mostrar faixas com a fotografia de Osama bin Laden.</p> <p>A manifestação ocorreu na mesma mesquita onde se realizou uma oração fúnebre em memória dos irmãos Kouachi: “Estamos aqui para protestar contra os insultos ao nosso Profeta e para rezar pelos nossos irmãos”, disse um manifestante.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" lang="en"><p><a href="https://twitter.com/hashtag/Niger?src=hash">#Niger</a>: Anti-<a href="https://twitter.com/hashtag/CharlieHebdo?src=hash">#CharlieHebdo</a> protesters set fire to churches and raided shops run by Christians <a href="http://t.co/or227pcjQf">http://t.co/or227pcjQf</a> <a href="http://t.co/aBXJoFjr7o">pic.twitter.com/aBXJoFjr7o</a></p>— CitizenGO (@CitizenGO) <a href="https://twitter.com/CitizenGO/status/556188158241812482">January 16, 2015</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p><blockquote class="twitter-tweet" lang="en"><p>Photos from Niger where <a href="https://twitter.com/hashtag/French?src=hash">#French</a> cultural center was set ablaze in anti-<a href="https://twitter.com/hashtag/CharlieHebdo?src=hash">#CharlieHebdo</a> protests via <a href="https://twitter.com/BarmouSalifBlog">@BarmouSalifBlog</a> <a href="http://t.co/bdJ2BeaMmX">pic.twitter.com/bdJ2BeaMmX</a></p>— Conflict News (@rConflictNews) <a href="https://twitter.com/rConflictNews/status/556185461992206336">January 16, 2015</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>As manifestações mais graves ocorreram no Níger, onde há quatro mortos a lamentar, e também no Paquistão. Vários milhares de pessoas participaram em protestos um pouco por todo o país.</p> <p>Em Karachi, a polícia interveio para evitar que os manifestantes se aproximassem demasiado do consulado francês. Um fotógrafo da agência France-Presse foi baleado e ficou gravemente ferido.</p>