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Moscovo nega ter enviado 700 militares para o leste da Ucrânia

O intensificar dos combates no leste da Ucrânia volta a abalar a frágil trégua de quatro meses, a um dia do Conselho de Segurança da ONU discutir a

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Moscovo nega ter enviado 700 militares para o leste da Ucrânia

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O intensificar dos combates no leste da Ucrânia volta a abalar a frágil trégua de quatro meses, a um dia do Conselho de Segurança da ONU discutir a situação no território.

Os confrontos entre separatistas e o exército ucraniano provocaram a morte de pelo menos cinco civis, ferindo 26 pessoas nas últimas 24 horas, em torno do aeroporto de Donetsk.

Uma residente testemunha:

“Deitámo-nos no chão e um minuto depois ouvimos uma nova explosão. Depois da segunda explosão saímos à rua e constatámos que as explosões tinham morto uma pessoa, ferindo outra. Chamámos uma ambulância, entre novas explosões e um forte cheiro a gás, pois as bombas danificaram as condutas de gás”.

A nova vaga de bombardeamentos ocorre num momento em que Kiev tenta mobilizar mais 50 mil homens face aos rumores da presença de 700 militares russos no território, uma informação desmentida esta manhã pela diplomacia de Moscovo.

O sub responsável da Defesa do governo separatista de Donetsk afirma, “todas as pessoas na cidade ouviram as explosões que foram sentidas em várias zonas. O exército ucraniano está a utilizar todas as armas que tem para bombardear o aeroporto”.

(Vídeo mostra imagens aéreas do aeroporto de Donetsk)

A instalação, controlada pelo exército ucraniano, continua a ser o palco do braço de ferro com os separatistas num conflito que já provocou 4.800 mortos desde abril passado.