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Os desafios políticos do novo monarca saudita

O funeral do rei Abdullah, da Arábia Saudita, realizou-se esta tarde numa mesquita de Riade. Com a morte de Abdullah, sobe ao trono o seu meio-irmão

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Os desafios políticos do novo monarca saudita

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O funeral do rei Abdullah, da Arábia Saudita, realizou-se esta tarde numa mesquita de Riade.

Com a morte de Abdullah, sobe ao trono o seu meio-irmão Salman ibn Abdulaziz al Saud, de 79 anos. Considerado um reformador prudente, com uma longa experiência política, o novo monarca vai ser confrontado a alguns desafios importantes.

Os observadores da casa real Saudita não esperam do novo rei grandes mudanças e receiam que esta sucessão venha desiquilibrar um país que é peça chave na luta contra os jihadistas do auto-proclamado Estado Islâmico.

Príncipe herdeiro desde 2012, Salman foi ministro da Defesa, vice-primeiro ministro e, nos últimos 50 anos, governador da província de Riade.

O novo monarca vai manter Ali al-Naimi à frente do ministério do Petróleo, nada parece indicar portanto que o país diminua os níveis de produção de petróleo, apesar da tendência de descida dos preços.

Um decreto real de Salman colocou o sobrinho, o príncipe Muhammad bin Nayef, na fila para ascender ao trono depois do príncipe herdeiro, Muqrin Ben Abdel Aziz, de 69 anos, designado em 2013 segundo-vice-presidente do Conselho de Ministros.