Ataque a Mariupol acentua braço de ferro EUA-Rússia sobre a Ucrânia

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De  Francisco Marques  com LUSA, REUTERS
Ataque a Mariupol acentua braço de ferro EUA-Rússia sobre a Ucrânia

<p>Com os Estados Unidos (<span class="caps">EUA</span>) e a Rússia a intensificarem o braço de ferro sobre Ucrânia cada vez mais ensanguentada no leste, surgiu um vídeo amador do momento em que se deu o trágico bombardeamento de sábado, sobre Mariupol, em que morreram 35 pessoas e pelo menos 95 ficaram feridas.</p> <p><iframe class="vine-embed" src="https://vine.co/v/OTKM1w5EIPO/embed/simple" width="600" height="600" frameborder="0"></iframe><script async src="//platform.vine.co/static/scripts/embed.js" charset="utf-8"></script></p> <p><iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/Lqo8Txu89HI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p> <p>Elementos da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (<span class="caps">OSCE</span>) estiveram no local e confirmaram a utilização de mísseis Granizo (<span class="caps">GRAD</span>) e Tornado, disparados a partir de zonas controladas por separatistas, na faixa leste da Ucrânia, junto à Rússia. Os rebeldes negaram a autoria do ataque e alegaram que não dispõem na zona de rampas de lançamento de mísseis capazes de alcançar a periferia de Mariupol, a segunda cidade mais importante da região de Donetsk e um importante porto estratégico da região.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" lang="pt"><p><a href="https://twitter.com/hashtag/OSCE?src=hash">#OSCE</a> faults <a href="https://twitter.com/hashtag/Russia?src=hash">#Russia</a>-backed separatists in attack killing 30 in <a href="https://twitter.com/hashtag/Ukraine?src=hash">#Ukraine</a> <a href="http://t.co/CWRpQyz2a6">http://t.co/CWRpQyz2a6</a> <a href="http://t.co/iR5Y2dZheI">pic.twitter.com/iR5Y2dZheI</a></p>— Kyiv Post (@KyivPost) <a href="https://twitter.com/KyivPost/status/559095436045451264">24 janeiro 2015</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>De visita à Índia, Barack Obama comentou o ataque de Mariupol, responsabilizando a Rússia e prometendo reforçar a pressão sobre Moscovo. “Vamos manter o caminho que temos vindo a seguir e aumentar a pressão sobre a Rússia. Vou analisar todas as opções que temos disponíveis, sem confronto militar, e tentar gerir este problema”, afirmou, em Nova Deli, o presidente norte-americano.</p> <p><iframe type="text/html" width="640" height="360" src="http://pt.euronews.com/embed/296806/" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p> <p>Desde Moscovo, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo terá telefonado ao homólogo americano a responsabilizar Kiev pelo escalar da violência no leste da Ucrânia. “Sergei Lavrov disse que a escalada da situação é resultado das violações dos acordos de Minsk pelas tropas ucranianas, que usam artilharia constantemente contra zonas habitadas”, lê-se num comunicado difundido hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, no qual é ainda sublinhado que “a Rússia está disposta a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para incentivar as partes a encontrarem uma solução pacífica.”</p> <p>Lavrov terá ainda insistido com Kerry para que Washington pressione as autoridades da Ucrânia para que abandonem a solução militar no conflito que o país atravessa.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" lang="pt"><p>1/3 <a href="https://twitter.com/hashtag/PopeFrancis?src=hash">#PopeFrancis</a>: I am following with deep concern the escalation of the fighting in eastern Ukraine, which continue <a href="http://t.co/1TbTqAxQ79">pic.twitter.com/1TbTqAxQ79</a></p>— UKR Emb in Holy See (@UKRinVAT) <a href="https://twitter.com/UKRinVAT/status/559362528992837633">25 janeiro 2015</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>