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Riquelme arruma as boas e Salvio agradece-lhe tudo o que deu ao futebol

Juan Roman Riquelme pendurou as botas. Aos 36 anos, um dos proclamados sucessores de Diego Maradona no futebol argentino decidiu que era altura de

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Riquelme arruma as boas e Salvio agradece-lhe tudo o que deu ao futebol

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Juan Roman Riquelme pendurou as botas. Aos 36 anos, um dos vários proclamados eventuais sucessores de Diego Maradona no futebol argentino decidiu que era altura de parar. A Federação albiceleste agradeceu ao famoso “Topo Gigio”, como alguns lhe chamavam pela forma como festejava os golos, as 51 internacionalizações ao mais alto nível e os 17 remates certeiros com a camisola da seleção das pampas. Ao longo de 18 anos de carreira, somou 670 jogos e 173 golos.

Após uma temporada no Argentino Juniors, ajudando o clube a subir da segunda à primeira divisão,o histórico jogador do Boca Juniors, a quem muitos também apelidam como “o último 10”, andava a ser assediado pelos paraguaios do Cerro Porteño para continuar no ativo. Não se sentiu motivado pelo projeto e decidiu arrumar mesmo as botas e deixar de jogar futebol.

Além do Boca e do Argentinos, na Argentina natal, Riquelme representou ainda os espanhóis do Barcelona e do Villarreal. Pelo “submarino amarelo” espanhol viveu os gramdes momentos da carreira, alcançando as meias finais da Liga dos Campeões em 2005/06, com um percurso onde eliminou, por exemplo, o Benfica e o Manchester United. Para o benfiquista Toto Salvio não há dúvidas: “Retira-se o melhor de todos.”