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Rubens: o mestre do movimento

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Rubens: o mestre do movimento

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Uma exposição em Londres presta homenagem à obra de Rubens. A Academia Real das Artes reúne os quadros mais importantes do pintor flamengo, lado a

Uma exposição em Londres presta homenagem à obra de Rubens.

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A vitalidade da obra dele resulta dos contornos esbatidos. Os contornos não são desenhados de forma nítida sobretudo nos últimos trabalhos. Isso inspirou muitos artistas. É difícil recriar o movimento numa imagem a duas dimensões. Mas ele conseguia esse efeito através dos contornos esbatidos.

A Academia Real das Artes reúne os quadros mais importantes do pintor flamengo, lado a lado com toda uma série de obras influenciadas por ele.

Rubens marcou o início do século XVII com um estilo barroco e sensual em que cada composição parece estar em movimento.

“A vitalidade da obra dele resulta dos contornos esbatidos. Os contornos não são desenhados de forma nítida sobretudo nos últimos trabalhos. Isso inspirou muitos artistas. É difícil recriar o movimento numa imagem a duas dimensões, sem o cinema. Mas ele conseguia esse efeito através dos contornos esbatidos”, explicou Nico Van Hout, comissário da exposição.

Rubens nasceu em 1577 e morreu em Antuérpia em 1640.

Além dos nus, o pintor flamengo compôs cenas religiosas e mitológicas, paisagens e retratos.

A exposição pode ser visitada na Academia Real das Artes em Londres, até 10 de abril.