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Itália: Primeira volta eleitoral não permite escolher presidente da Republica

1009 grandes eleitores - senadores, deputados e representantes regionais - têm o direito de votarem em quem desejarem, desde que essa pessoa tenha mais de 50 anos e não esteja privada de direitos cívi

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Itália: Primeira volta eleitoral não permite escolher presidente da Republica

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Como se previa, os grandes eleitores italianos ainda não escolheram o novo presidente da República, após a demissão, este mês, de Giorgio Napolitano.

O presidente cessante, doravante senador vitalício, tem também direito de voto. É um dos 1009 grandes eleitores – senadores, deputados e representantes regionais – que têm o direito de votarem em quem desejarem, desde que essa pessoa tenha mais de 50 anos e não esteja privada de direitos cívicos.

As três primeiras voltas – realizadas esta quinta-feira e sexta-feiras – exigem uma maioria de dois terços para eleger o novo presidente. O que, normalmente, não acontece.

A partir da quarta volta das eleições, basta a maioria simples. E é aí que Matteo Renzi aposta.

O chefe do Governo fez saber que o seu candidato é Sergio Mattarella. Renzi e o Partido Democrático contam oficialmente 415 grandes eleitores. Precisam convencer mais 90.

Com os seus 73 anos, Sergio Matarella, atualmente juiz do Tribunal Constitucional é considerado um homem de princípios.
Este antigo social-democrata virou à esquerda, por considerar que o seu partido era demasiado próximo de Silvio Berlusconi.

A quarta volta está prevista sábado. Talvez se saiba, então, quem será o próximo ocupante do Palácio do Quirinale.