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G20 discute os meios de impulsionar o crescimento económico

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G20 discute os meios de impulsionar o crescimento económico

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Os desafios do crescimento mundial centram os debates do G20, em Istambul, na Turquia. Mas os ministros das Finanças e os Governadores dos Bancos Centrais não deverão apoiar a ideia de fixar objetivos nacionais de investimento.

A Alemanha é um dos países que se opõe a metas de investimento.

A queda do preço do petróleo beneficia a economia mundial, como reconheceu o governador do Banco do Japão, mas o cenário geral é delicado.

As políticas monetárias dos bancos centrais são divergentes. Em algumas economias, há um risco crescente de deflação e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) alerta para um abrandamento das reformas.

Angel Gurría, secretário-geral da OCDE, afirmou: “O ritmo das reformas abrandou na maioria das economias desenvolvidas nos últimos dois anos. Não é muito encorajador. Há o risco de ficarmos presos num longo período de estagnação ou de baixo crescimento. Precisamos, imperiosamente, de nos focarmos na implementação das estratégias nacionais de crescimento do G20”.

Em janeiro, o Fundo Monetário Internacional (FMI) baixou as previsões económicas. O PIB mundial deverá progredir 3,5% este ano, com os Estados Unidos a puxarem pelas economias desenvolvidas, enquanto as economias emergentes sofrem uma desaceleração.

No ano passado, os países do G20 acordaram lançar medidas para impulsionar o PIB conjunto em 2% nos próximos cinco anos. Para a OCDE as prioridades devem ser a produtividade laboral e a inovação.