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Aplicação para smartphone ajuda refugiados sírios na Turquia

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Aplicação para smartphone ajuda refugiados sírios na Turquia

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Uma aplicação para smartphone que ajuda os refugiados sírios na Turquia tem tido um enorme sucesso. O novo serviço integra também um site na Internet

Uma aplicação para smartphone que ajuda os refugiados sírios na Turquia tem tido um enorme sucesso. O novo serviço integra também um site na Internet e contém anúncios de emprego, informações sobre a legislação turca e notícias sobre a atualidade local em língua árabe.

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Criámos a aplicação há um ano e três meses para ajudar os sírios que estão a viver na Turquia e que têm dificuldades em encontrar casa ou em abrir uma conta bancária. Destina-se a colmatar a falta de informação.

Desde o início da guerra, a Turquia recebeu um milhão e setecentos mil refugiados sírios.

A aplicação foi concebida pelo empresário sírio Mojahid Akil.

“Criámos a aplicação há um ano e três meses para ajudar os sírios que estão a viver na Turquia e que não sabem como lidar com a situação e que têm dificuldades em encontrar casa ou em abrir uma conta bancária.
Destina-se a colmatar a falta de informação, foi por isso que decidimos criar a aplicação”

Mojahid Akil encontra-se ele próprio refugiado na Turquia. O serviço que criou chama-se “Gherbtna”, palavra árabe que siginfica exílio, solidão e o sentimento de ser estrangeiro.

Para já a aplicação só está disponível para os telemóveis com sistema operativo Android mas em breve serão lançadas outras versões.

“Começámos este projeto com duas pessoas. Após oito meses, fizemos o site e a aplicação, a utilização do sistema tornou-se mais fácil. Acrescentámos novas secções. A aplicação foi desenvolvida para o sistema Android mas em breve vamos lançar aplicações para o iphone e o windows phone”, acrescentou o empresário.

Quase quatro milhões de pessoas fugiram da guerra na Síria e vivem em campos na Turquia, no Líbano e na Jordânia. As Nações Unidas lançaram um apelo aos países desenvolvidos para criarem um sistema de quotas para receberem refugiados ao longo dos próximos cinco anos.