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Defesa do comandante do Costa Concórdia pede absolvição

A defesa do comandante do paquete naufragado Costa Concórdia em 2012 pediu a absolvição do seu cliente. No tribunal instalado num teatro em Grosseto

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Defesa do comandante do Costa Concórdia pede absolvição

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A defesa do comandante do paquete naufragado Costa Concórdia em 2012 pediu a absolvição do seu cliente.

No tribunal instalado num teatro em Grosseto, na Toscana, os advogados argumentaram que “acidentes no mar acontecem” e que Francesco Schetino não pode ser considerado culpado pela tragédia que custou a vida a 32 pessoas.

A defesa pediu ao tribunal para ter em conta os erros cometidos por outros elementos da tripulação e o equipamento avariado do navio.

Mas os advogados da companhia Costa Concordia atribuem total responsabilidade a Schetino e sublinham o abandono do navio.

“A Costa não abandonou ninguém. É claro que é o problema exclusivo dele, ele está a tentar defender-se mas os juízes vão decidir. Ele não foi abandonado por ninguém, quem abandonou o navio foi ele – essa é a acusação”, refere o advogado da companhia, Marco De Luca.

Com um veredicto esperado ainda esta semana, depois 18 meses de julgamento, sobreviventes e famílias das vítimas começam a questionar se Francesco Schettino, o único réu, o comandante que abandonou o navio vai ser o único a ser responsabilizado e se a companhia escapa sem pagar um tostão pelo naufrágio de janeiro de 2012.