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PSG com dez foi bem melhor que Chelsea, a festa em Stamford Bridge foi francesa

Paris Saint-Germain e Bayern de Munique carimbaram o passaporte para os quartos-de-final da Liga dos Campeões e se no caso dos alemães, se tratou da

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PSG com dez foi bem melhor que Chelsea, a festa em Stamford Bridge foi francesa

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Paris Saint-Germain e Bayern de Munique carimbaram o passaporte para os quartos-de-final da Liga dos Campeões e se no caso dos alemães, se tratou da crónica de uma goleada anunciada, os franceses tiveram de arrancar o apuramento a ferros em Stamford Bridge.

O Chelsea sabia que se mantivesse a baliza inviolada tinha o apuramento garantido graças ao golo apontado no empate no Parque dos Príncipes e foi isso mesmo que tentou fazer.

Não teve problemas em ceder a iniciativa de jogo ao Paris Saint-Germain, esses sim obrigados a marcar. De tempos a tempos, o Chelsea até ameaçava a baliza de Sirigu mas os franceses foram sempre mais perigosos.

Nem a expulsão de Zlatan Ibrahimović aos 32 minutos (uma decisão claramente exagerada de Björn Kuipers) alterou o rumo dos acontecimentos. O PSG continuou a mandar no encontro.Esteve mesmo bastante próximo de inaugurar o marcador aos 58 minutos. Edinson Cavani deixou mesmo Courtois para trás mas de ângulo apertado acertou no poste.

Não marcou o PSG, aproveitou o Chelsea. A dez minutos dos noventa Gary Cahill aproveitou um ressalto na área contrária para fuzilar Sirigu. Os londrinos suspiraram de alívio mas nem por isso o PSG baixou os braços.

Cinco minutos depois, David Luiz marcou à sua antiga equipa e forçou o prolongamento. No tempo extra a história repetiu-se.

Eden Hazard voltou a colocar os ingleses na frente na marcação de uma grande penalidade mas nem isso desmoralizou os irredutíveis gauleses.

Aos 114 minutos, Thiago Silva imitou o seu compatriota do eixo da defesa e desferiu um cabeceamento imparável após um pontapé de canto que só parou no fundo das redes de Courtois.

Mesmo reduzido a 10 desde a meia hora de jogo, o Paris Saint-Germain foi a única equipa que tentou ganhar o encontro. Acabou mesmo o prolongamento à procura do terceiro enquanto o Chelsea via jogar.

Golos com fartura, espetáculo nem por isso

Em Munique qualquer esperança em assistir a um encontro emotivo e equilibrado entre Bayern e Shakhtar esvaneceu-se aos três minutos de jogo. O penálti de Oleksandr Kucher sobre Mario Götze é inegável, o cartão vermelho (mais rápido na história da Liga dos Campeões) mostrado por William Collum é demasiado rigoroso e desferiu uma machadada decisiva na equipa ucraniana.

Thomas Müller não perdoou da marca dos onze metros e a partir daí a história do jogo resumiu-se ao avolumar do marcador. Jérôme Boateng, Franck Ribéry, Müller (outra vez), Holger Badstuber, Robert Lewandowski e Götze foram os marcadores de serviço numa goleada pouco habitual (mas não inédita) nesta fase da competição.

Já em 2012 os bávaros (sempre eles) tinham goleado o Basileia por 7-0 nos oitavos-de-final da Liga milionária.