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Apelos às armas multiplicam-se no Iémen

No Iémen, multiplicam-se os apelos às armas no dia a seguir aos atentados contra duas mesquitas, que mataram mais de 140 pessoas na capital, Sanaa, controlada pelos huthis, uma milícia xiita.

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Apelos às armas multiplicam-se no Iémen

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No Iémen, multiplicam-se os apelos às armas no dia a seguir aos atentados contra duas mesquitas, que mataram mais de 140 pessoas na capital, Sanaa, controlada pelos huthis, uma milícia xiita.

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O presidente Hadi acusa o Irão de apoiar os rebeldes huthis.

Os guerrilheiros apelaram, este sábado, a uma “mobilização geral” contra o que classificam de “guerra suja” da parte do presidente. Poucos minutos antes tinha sido o chefe de Estado, a dizer que irá “hastear a bandeira do Iémen no Monte Marran, em Saadeh”, o reduto dos huthis, no Norte do país. Foi a primeira aparição televisiva de Abd Rabbo Mansur Hadi desde que se refugiou em Aden, no Sul do Iémen, depois dos huthis terem tomado o controlo da capital.

O presidente Hadi acusa o Irão de apoiar os rebeldes huthis.

O caos tem sido aproveitado pela Al-Qaeda da Península Arábica para lançar mais ataques.

A instabilidade é tanta que os Estados Unidos retiraram os últimos 100 militares das Forças Especiais -estacionados numa base no Sul do país – que têm ajudado as autoridades do Iémen a combater a Al-Qaeda.