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EUA: Arcansas revê lei considerada discriminatória para os homossexuais

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De  Fernando Peneda  com AFP
EUA: Arcansas revê lei considerada discriminatória para os homossexuais

<p>Nos Estados Unidos o governador do Arcansas, Asa Hutchinson, anunciou que vai solicitar alterações a uma lei sobre a liberdade religiosa, após uma vaga de contestação a um texto considerado potencialmente discriminatório para os homossexuais.</p> <p>Os grandes empregadores receiam que, em nome da liberdade de religião, empresas e comerciantes se neguem a servir clientes homossexuais, prejudicando a reputação do estado.</p> <p>“Este pedido tem a ver tanto com o conteúdo, que faz da lei uma lei justa, como comunicar ao mundo e aos estados vizinhos, que neste estado se reconhece a diversidade da mão-de-obra, não há discriminação e que nos empenhamos a cumprir isso”, afirmou Hutchinson.</p> <p>A lei foi inspirada em textos adotados por 19 outros estados, mas no caso do Indiana e do Arcansas foram redigidos de forma diferente. </p> <p>O governador do Indiana, Mike Pence, cedeu às pressões e convocou a votação de um novo texto, alegando que a lei não pode ser justificação para a discriminação.</p> <p>Entre as personalidades que contestaram o texto aprovado no Arcansas estão os patrões da Walmart, da Apple, do Twitter, da Cisco Systems e do PayPal, bem como nomes sonantes do mundo da cultura, como é o caso da banda Wilco.</p>