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Um ano depois do rapto de centenas de raparigas pelo Boko Haram

Um ano depois, o destino de 219 raparigas é ainda desconhecido, 365 dias depois os familiares ainda choram o desaparecimento das estudantes, raptadas

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Um ano depois do rapto de centenas de raparigas pelo Boko Haram

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Um ano depois, o destino de 219 raparigas é ainda desconhecido, 365 dias depois os familiares ainda choram o desaparecimento das estudantes, raptadas pelo grupo jihadista Boko Haram, no norte da Nigéria.

Em Abuja, houve uma nova manifestação para relembrar o mundo.

“Quando somos amordaçados, não conseguimos falar, não existimos, mas as nossas raparigas existem”, diz .

Das 276 adolescentes sequestradas na povoação de Chibok, 60 conseguiram escapar.

As outras são violadas, abusadas, submetidas à escravidão para servir a causa dos militantes do Boko Haram que juraram fidelidade ao grupo Estado Islâmico e espalham o terror no nordeste nigeriano há mais de uma década.

De acordo com a Amnistia internacional, já foram raptadas mais de 2000 raparigas e mulheres.

A Euronews foi conhecer a região de perto e acompanhou a campanha militar do Chade, país que juntamente com o Níger, combate os extremistas há vários meses.

A partir das 19:35, hora de Lisboa, não deixe de acompanhar a reportagem especial da Euronews numa região atormentada pelos jihadistas que querem fundar um califado e instaurar a charia.

Luis Carballo, jornalista da Euronews acompanhou as operações do exército do Chade na sua luta contra uma das organizações jihadistas mais perigosas e cruéis do mundo: o grupo nigeriano Boko Haram. Não perca a reportagem exclusiva, aqui às 20:35 CET na terça-feira 14 abril ou veja em na TV euronews.a partir da 21:00 CET no mesmo dia.

Posted by euronews on lundi 13 avril 2015