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Galípoli: Turquia acolhe cerimónias da batalha mais sangrenta da I Guerra Mundial


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Galípoli: Turquia acolhe cerimónias da batalha mais sangrenta da I Guerra Mundial

Uma cerimónia, de madrugada, para recordar uma das mais sangrentas campanhas militares da primeira guerra mundial.

Milhares de pessoas, entre as quais vários chefes de estado, juntaram-se às comemorações do aniversário da batalha de Galípoli, na Turquia.

Uma operação militar iniciada há um século na costa turca, que terminaria com mais de 130 mil mortos, entre soldados britânicos, australianos, neozelandeses e franceses e mais de 80 mil turcos.

O príncipe Carlos, assim como os primeiros-ministros australiano e neo-zelandês participaram nas cerimónias que recordam a primeira intervenção militar de Camberra e Wellington, fora do contingente do império britânico.

Após o desembarque, no dia 25 de abril de 1915, a batalha prolongar-se-ia durante mais de nove meses, com o objetivo de criar um corredor entre a frente oeste e a frente leste dos aliados, do lado russo.

Em Camberra, na Austrália, as comemorações decorreram sob fortes medidas de segurança.

As autoridades australianas tinham detido várias pessoas na semana passada, acusadas de prepararem um atentado durante as celebrações que coincidem com a chamada jornada “Anzac”, o dia nacional australiano e neo-zelandês.

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