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iPhone 6 leva Apple a "voar" para próximo dos 60 mil milhões de dólares

Empresa da "maçã" revela relatório financeiro do segundo trimestre do ano fiscal americano

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iPhone 6 leva Apple a "voar" para próximo dos 60 mil milhões de dólares

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A Apple anunciou esta segunda-feira um aumento de 27 por cento nas receitas do primeiro trimestre deste ano, o que corresponde ao segundo trimestre do ano fiscal nos Estados Unidos (período em que é feita a contabilidade empresarial).

Alavancada da grande procura do iPhone 6, dos computadores Mac e da alegada boa prestação da App Store, a empresa norte-americana revelou ter fechado março com receitas na ordem dos 58 mil milhões de dólares, ou seja, mais de 53 mil milhões de euros entre o início de janeiro e o fim de março.

Em termos líquidos, este encaixe representou para a Apple um lucro de 13,6 mil milhões de dólares (12,5 mil milhões de euros).

Só neste trimestre, a Apple vendeu cerca 61,2 milhões de iPhones, o que representa mais 40 por cento face ao período homólogo. Em termos diários, este número traduz-se em cerca de 673 mil “smartphones” da maçã vendidos a cada 24 horas.

No mesmo período de 2014, a Apple tinha registado receitas de 45,6 mil milhões de dólares (42 mil milhões de euros) e lucros líquidos de 10,2 mil milhões de dólares (9,4 mil milhões de euros).

A contribuir para estes bons resultados da empresa americana estiveram ainda os 69 por cento de vendas fora dos Estados Unidos. Só na China, as vendas de iPhone subiram 71 por cento, com a maior economia da Ásia a superar já todo o continente europeu como segundo mercado da Apple, depois dos Estados Unidos.

A empresa anunciou também hoje que a margem de lucro bruto atingiu os 40,8 por cento, acimas das estimativas que estavam entre os 38,5 e os 39,5 por cento. E comprometeu-se a devolver 200.000 milhões de dólares aos seus acionistas no âmbito da recompra de ações e de dividendos, até março de 2017.

Para o terceiro trimestre fiscal, que fecha no final de junho, a “marca da maçã” espera continuar a ver as vendas a subir, a reboque do recente Apple Watch, o “relógio inteligente” cololcado à venda a 24 de abril.