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Parlamento italiano aprova nova lei eleitoral

O parlamento italiano aprovou esta segunda-feira em definitivo uma nova e polémica lei eleitoral, justificada pela necessidade de assegurar

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Parlamento italiano aprova nova lei eleitoral

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O parlamento italiano aprovou esta segunda-feira em definitivo uma nova e polémica lei eleitoral, justificada pela necessidade de assegurar estabilidade política num país com uma longa tradição de governos frágeis e coligações instáveis.

A nova lei foi aprovada por uma maioria de 334 votos a favor, 61 contra e quatro abstenções, entre 630 deputados, mas sem a participação da oposição na votação.

“Missão cumprida. O Governo fez o que prometeu aos cidadãos, ou seja, fazer da Itália um país onde no dia das eleições se saiba quem ganhou. A lei eleitoral é o símbolo de um governo que não se limita a discutir reformas, mas a fazê-las seriamente. Cumprimos o que prometemos”, disse Maria Elena Boschi, ministra das Reformas Institucionais.

O primeiro-ministro, Matteo Renzi, registou no Twitter a sua satisfação e necessidade de seguir em frente com humildade e coragem.

A lei eleitoral agora aprovada, que deve entrar em vigor já em 2016, prevê que a maioria dos lugares de deputados pode ser assegurada pelo partido que obtenha 40% dos votos na primeira volta das legislativas, e não por uma eventual coligação de partidos.

No caso de nenhum partido obter o resultado que lhe garanta de imediato o controlo do hemiciclo, está prevista uma segunda volta entre os dois partidos mais votados.