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Coppola distinguido com o Prémio Princesa das Astúrias

O realizador norte-americano Francis Ford Coppola foi distinguido esta quarta-feira em Oviedo com o Prémio Princesa das Astúrias 2015, na categoria

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Coppola distinguido com o Prémio Princesa das Astúrias

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O realizador norte-americano Francis Ford Coppola foi distinguido esta quarta-feira em Oviedo com o Prémio Princesa das Astúrias 2015, na categoria Artes, ao qual concorriam 31 candidaturas de 19 países.

Mundialmente reconhecido como um dos maiores realizadores e um dos principais responsáveis pela renovação do cinema norte-americano na década de setenta, Coppola dirigiu obras maiores da história do cinema como Apocalypse Now e a trilogia O Padrinho.

Na sua carreira, figuram películas de culto como Drácula, The Cotton Club, One From the Heart, The Outsiders, Rumble Fish e The Conversation.

Vencedor de cinco Óscares e duas Palmas de Ouro, a sua última longa-metragem, Twixt, data de 2011.

Nascido em Detroit, em 1939, numa família ítalo-americana, Coppola cresceu no bairro de Queens em Nova Iorque. O pai, Carmine Coppola, era músico e compositor e a mãe, Italia Pennino, era atriz. Francis graduou-se em Teatro na Universidade de Hofstra, en Long Island (1959) e em Cinematografia na UCLA (Universidade de Cinema de Los Angeles).

O vencedor anterior deste prémio na categoria Artes foi o arquiteto suíço Franck Gehry.

A Fundação Princesa das Astúrias atribui um total de oito prémios, em Desporto, Ciências Sociais, Comunicação e Humanidades, Concórdia, Cooperação Internacional, Investigação Científica e Técnica, Letras e Artes.

A cerimónia de entrega dos prémios – um cheque no valor de 50 mil euros e uma escultura de Joan Miró, decorrerá em outubro, em Oviedo.

Com o príncipe Felipe no trono de Espanha, o “Prémio Príncipe das Astúrias” passou a chamar-se “Princesa das Astúrias”, em referência à atual herdeira da coroa, Leonor de Borbón.

Houve duas candidaturas portuguesas ao Prémio Princesa das Astúrias 2015 – Rosa Mota, campeã olímpica da maratona em 1988, na categoria Desporto, e o jurista e professor universitário Adriano Moreira, na categoria Ciências Sociais. A primeira candidatura foi entregue pelo Comité Olímpico de Portugal, a segunda pela Academia de Ciências de Lisboa.