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Grupo Areva corta 6 mil postos de trabalho

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Grupo Areva corta 6 mil postos de trabalho

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O grupo Areva enfrenta negociações com os sindicatos, depois de anunciar o despedimento de, aproximadamente, 6 mil funcionários e cortes nas regalias dos trabalhadores, numa tentativa de acabar com os prejuízos. A empresa nuclear francesa enfrenta graves problemas financeiros e os sindicatos procuram uma solução:

“Estamos a enfrentar a perda de postos de trabalho e a perda de direitos e acordos coletivos; as gratificações e as horas extra estão em risco. Os patrões querem que sejamos mais produtivos, mas não nos oferecem garantias”, adianta Jean-Pierre Bachmann do sindicato CFDT.

Josè Montès, do sindicato FO continua: “Não sabemos se metade do grupo vai ser vendida, não sabemos quais são as nossas políticas são em relação à China, não sabemos nada. Apenas que o número de postos de trabalho tem de ser reduzido”.

Uma resolução para reduzir as despesas com salários, em 18%, e tornar o grupo rentável, depois de quatro anos de prejuízos que dizimaram o capital social da empresa. A empresa tem vindo a tentar colmatar as dificuldades e tem uma dívida que ultrapassa os quatro mil milhões de euros. As ações da empresa pública caíram mais de 2% depois do anúncio dos despedimentos.