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Festival de Dança Contemporânea do Cairo

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Festival de Dança Contemporânea do Cairo

Festival de Dança Contemporânea do Cairo
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A primeira edição do Festival de Dança Contemporânea “By Chance” mostrou as obras de sete coreógrafos de vários países do mundo.

A nossa coreografia retrata o momento em que enfrentamos problemas e a forma como esses problemas nos afetam. O espetáculo mostra o impacto psicológico associado à resolução de um problema, a forma como podemos aceitar esses problemas e continuar a viver.

O evento decorreu entre 3 e 8 de maio no Cairo. A bailarina holandesa Anna Maria Suijkerbuijk é uma das organizadoras do festival.

“O Festival nasceu da colaboração entre sete coreógrafos que, por acaso, queriam trabalhar durante o mesmo período. Por isso, decidimos trabalhar juntos e criar um festival”, explicou Suijkerbuijk.

A artista holandesa trabalhou com o bailarino e coreógrafo egípcio Ezzat Ismail para criar a obra ‘Continue’. “A nossa coreografia retrata o momento em que enfrentamos problemas e a forma como esses problemas nos afetam. Mostra o impacto psicológico associado à resolução de um problema, a forma como podemos aceitar esses problemas e continuar a viver”, explicou Ismail Ezzat.

O espetáculo “The Balance”, é uma criação do bailarino egípcio Hossam Abd Elhameed. “Esta coreografia fala do equilíbrio entre passado e presente, entre o bem e o mal e entre os diferentes tipos dança. Abordamos questões humanas como o ódio e a necessidade de controlo. Tentei misturar todos esses elementos: sou eu e a outra pessoa do outro lado do meu espelho”, explicou Hossam Abd Elhameed.

A norte-americana Megan Mazarick apresentou “Monster”, um bailado sobre a identidade feminina.

“Bolt” aborda os temas da homossexualidade e da desigualdade entre homens e mulheres na sociedade egípcia. A coreografia foi criada pelo bailarino egípcio Hazem Header.

“Os bailarinos conseguiram eliminar barreiras graças a uma mensagem de paz e suscitaram um sorriso no rosto das pessoas, o que ajuda a atenuar o impacto dos eventos negativos que nos rodeiam”, afirmou Mohammed Shaikhibrahim, correspondente da euronews no Cairo.

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