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Comércio externo trava economia alemã

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Comércio externo trava economia alemã

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Está confirmado o abrandamento da economia alemã no primeiro trimestre. Cresceu apenas 0,3%, afetada por uma menor contribuição do comércio externo. Nos últimos três meses do ano passado, o PIB alemão tinha subido 0,7%.

No primeiro trimestre, as exportações cresceram 0,8% em relação ao período homólogo anterior, mas as importações aumentaram 1,5%.

O crescimento da Alemanha ficou abaixo do verificado na zona euro, que registou 0,4% e de países como a Espanha, que cresceu 0,9%, e da França, que avançou 0,6%.

O índice Ifo, que mede o clima empresarial na Alemanha, registou um recuo, em maio, pondo fim a seis meses de subidas.

O índice, que abrange os setores industrial, comércio grossista e construção, desceu dos 108,6, em abril, para os 108,5 pontos, em maio. O índice global foi penalizado sobretudo pela componente de expectativas. “A razão para o declínio das expectativas, que são ainda muito boas, é sobretudo as perspetivas de exportações. Decaíram um pouco, porque o euro apreciou um pouco e a economia global não está a expandir-se tanto como alguns esperavam. Mas no geral as expectativas permanecem a um bom nível”, sublinha Klaus Wohlrabe, economista do Instituto Ifo.

Num outro índice que mede o clima de negócios no setor dos serviços, registou-se uma melhoria do sentimento, com o respetivo indicador a subir de 22,9, em abril, para os 25,8 pontos em maio.