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"Sapatos: Prazer e dor": Mais de 2000 mil anos da história do calçado

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"Sapatos: Prazer e dor": Mais de 2000 mil anos da história do calçado

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Desde os sapatos de cristal da Cinderela até ao calçado mais futurista criado em impressoras 3D. Mais de 250 pares de sapatos estão expostos no Museu

Desde os sapatos de cristal da Cinderela até ao calçado mais futurista criado em impressoras 3D. Mais de 250 pares de sapatos estão expostos no Museu Victoria e Albert em Londres.

A exibição está dividida em três temas: – Transformação ou o lado mítico dos sapatos no folclore; – Estatuto e a forma como calçado representa um modo de vida; – Sedução, já que os sapatos podem representar um prazer.

A curadora do museu Helen Persson explica que “os sapatos têm uma importância histórica em quase todas as culturas porque podem significar poder, estatuto social. Porque quanto mais desconfortável for o sapato maior será o estatuto de quem o utiliza. E há um enorme desejo de pertencer a esse grupo exclusivo”.

Na exposição são apresentadas antiguidades e mas também algum calçado contemporâneo de criadores famosos como Jimmy Choo, Manolo Blahnik ou Christian Louboutin.
Mais de 2 mil anos de história e continua a ser difícil adivinhar quais serão as próximas tendências.

Suzy Menkes, editora da revista Vogue International, acredita que “é difícil prever o futuro dos sapatos porque, por exemplo, na altura do movimento de libertação das mulheres, todos pensavam que o calçado feminino iria tornar-se mais parecido com o dos homens, ou seja, mais confortável para que conseguissem correr. Mas agora as mulheres calçam sapatos cada vez mais altos.

A explosição “Sapatos: Prazer e dor” vai estar patente ao público no Museu Victoria e Albert, em Londres, até janeiro do próximo ano.