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EUA celebram legalização do casamento gay em todo o país

Até a Casa Branca passou a ter as cores do arco-iris. Para celebrar a decisão do Supremo Tribunal de considerar o casamento gay legal em todos os

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EUA celebram legalização do casamento gay em todo o país

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Até a Casa Branca passou a ter as cores do arco-iris.
Para celebrar a decisão do Supremo Tribunal de considerar o casamento gay legal em todos os estados do país, milhares de norte-americanos sairam às ruas e o exemplo foi dado também pelas autoridades. O “Mayor” de Nova Iorque Bill de Blasio disse mesmo que esta foi uma “vitória do amor”.

Os festejos ocorreram um pouco por toda a parte. Sobretudo nos 14 Estados que até agora não permitiam o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Numa decisão considerada história, os juízes defenderam que a Constituição garante o direito igualitário a todos os cidadãos de contrair casamento. Ou seja, a proibição para a casais do mesmo sexo é contrária à lei.

Houve quem quisesse assinalar a data casando-se. Alexandra Hall e Angel Bovee, duas lésbicas de Denver, fizeram-no e lembraram que a vida dos homossexuais vai mudar. “Imagino aqueles que agora têm 10 anos que nunca mais vão ter de pensar sobre esta questão” garante Alexandra.

Barack Obama celebrou a decisão. O Presidente norte-americano afirmou que este é “um grande passo para a igualdade”. A candidata presidencial Hillary Clinton partilhou no Twitter uma mensagem: garante que está “orgulhosa por celebrar uma vitória histórica para a igualdade no casamento”.

Mas nem todas as manifestações foram de contentamento. Sobretudo do lado republicano foram surgindo algumas mensagens menos positivas. No site oficial de campanha para a presidência, o republicano Jeb Bush , disse acreditar no “casamento tradicional” e escreveu que o “Supremo Tribunal devia deixar os estados tomarem esta decisão”.

Marco Rubio, senador e candidato presidencial republicano, criticou o tribunal. Afirmou que acredita no casamento entre “um homem e uma mulher” e que são as pessoas que discordam desta ideia que “têm o direito de mudar as leis do Estado”, “não os juízes do Supremo Tribunal”.