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Grécia: Bolsas europeias recuperam perdas mas mantêm-se no vermelho

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Grécia: Bolsas europeias recuperam perdas mas mantêm-se no vermelho

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Os mercados acordaram esta semana em sobressalto por toda a Europa.
As ondas de choque oriundas da Grécia, após o sismo provocado pela rutura das negociações entre Atenas e os credores internacionais, colocaram as principais praças — Lisboa incluída — no vermelho.

Com um referendo no horizonte, a decisão grega de encerrar os bancos e introduzir o controlo preventivo de capitais contribuiu, por exemplo, para que o PSI-20 abrisse a perder 5,32 por cento.

O analista Alastair Mccaig, da IG, explica-nos este efeito bola de neve: “Existe uma multitude de questões surgidas a reboque destes eventos do fim de semana (na Grécia) e não há respostas. Os mercados tendem a assumir o pior e é por isso que assistimos a uma venda agressiva de ações esta manhã.”

Ao longo da manhã, as bolsas europeias — Lisboa incluída — têm vindo a aligeirar as perdas. Ainda, assim o PSI-20, por exemplo, era dos que mais desvalorizava por volta das 13 horas, quando perdia 4,3 por cento.

Os juros da dívida de Portugal, por outro lado, seguem a subir em todos os prazos, em linha com os restantes países da periferia europeia, perante a possível saída da Grécia da moeda única. Os juros da dívida portuguesa a 10 anos subiram para mais de 2,9 por cento.

A expectativa é também enorme para ver como vai abrir, por volta das 14h30 em Lisboa, Wall Street, nos Estados Unidos.