Última hora

Última hora

Kiwi.ki: Portas que se abrem à distância

Em leitura:

Kiwi.ki: Portas que se abrem à distância

Tamanho do texto Aa Aa

Uma “start-up” com sede em Berlim, na Alemanha, quer revolucionar a abertura das portas de casa. O sistema “Kiwi.ki”, baseado na tecnologia que se

Uma “start-up” com sede em Berlim, na Alemanha, quer revolucionar a abertura das portas de casa. O sistema “Kiwi.ki”, baseado na tecnologia que se encontra nas chaves dos automóveis, foi instalado em mais de 1400 portas da capital alemã. O “Kiwi” trabalha com um pequeno transmissor, portátil, equipado com tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID). Basta chegar a cerca de 3, 4 metros e a porta abre-se automaticamente.

Uma aplicação de telemóvel que permite a abertura das portas por controlo remoto.

“Tive a ideia para o Kiwi.ki em novembro de 2007. Tinha acabado de ter o meu primeiro filho e estava à frente de um edifício, como este, com um bebé num braço e sacos no outro. Estava frio, a chover, e não conseguia encontrar a minha chave. Foi então que pensei que devia haver uma maneira mais fácil de abrir as portas”, conta a empresária, Claudia Nagel.

Mas a tecnologia não é utilizado apenas por residentes. Os homens de recolha de lixo para reciclar vão deixar de carregar com pesados chaveiros pois vão poder entrar sem necessitar de chaves. Os testes vão prolongar-se por mais uns meses e a empresa de recolha de recicláveis vai avaliar se houve, ou não, uma melhoria da eficiência na recolha.

O analista Henryk Ploetz, afirma que “é muito mais seguro do que uma chave normal. A chave normal pode ser, facilmente, copiada, por vezes, basta uma fotografia. Com esta não se pode fazer isso. É o caso de todas as chaves sem contacto, mas esta é mais segura do que outras que usam sistemas sem contacto.”

De acordo com a Kiwi.ki, o sistema demora cerca de 20 minutos a adaptar-se a uma porta padrão e custa pouco menos de 400 euros. As chaves são alugadas, custando 5 euros mensais por cada residência.