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Taijin: autoridades dizem desconhecer causas, familiares das vítimas desesperam


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Taijin: autoridades dizem desconhecer causas, familiares das vítimas desesperam

Prosseguem as tarefas de resgate na cidade chinesa de Tianjin, enquanto o balanço de vítimas das explosões de quarta-feira é de mais de 50 mortos, mais de 700 feridos e um número ainda incerto de desaparecidos.

As autoridades dizem que as causas da catástrofe são desconhecidas, enquanto os familiares das vítimas desesperam, impotentes face à ausência de informações.

O pai de um bombeiro ferido continua sem saber exatamente o que aconteceu ao filho:

“Não sabemos exatamente o que aconteceu com eles ali. Chegámos ontem da nossa cidade natal, a quatro horas de carro daqui. Fizemos algumas chamadas, quando soubemos das explosões, mas decidimos vir ao hospital.”, diz Wang Jinbao.

A tragédia de Tianjin vem chamar a atenção para a conhecida falta de inspeções de segurança e a arbitrariedade no cumprimento das normas laborais, no país.

O cenário na principal cidade portuária da China é de desolação: ruas inteiras, edifícios, armazéns, contentores, carros – nada escapou à onda de devastação das explosões que destruiram uma vasta zona do porto.

As explosões ocorreram por volta das 23h30 locais (16h30 de Lisboa) na quarta-feira. A uma primeira explosão violenta num armazém de materiais inflamáveis foi seguida de outras em armazéns vizinhos.

Pouco à vontade com a liberdade de expressão, as autoridades de Pequim não esqueceram as preocupações com o controle das redes sociais. Os utentes do site chinês de microblogging Weibo queixam-se de que as imagens e mensagens que publicam sobre a catástrofe de Tianjin são suprimidas.

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