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Coreia do Norte interpela ONU

A “Coreia do Norte”: http://www.liberation.fr/monde/2015/08/21/la-coree-du-nord-prepare-ses-troupes-et-interpelle-l-onu_1366834pediu ao Conselho de

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Coreia do Norte interpela ONU

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A “Coreia do Norte”: http://www.liberation.fr/monde/2015/08/21/la-coree-du-nord-prepare-ses-troupes-et-interpelle-l-onu_1366834pediu ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para realizar uma reunião de emergência para discutir os exercícios militares conjuntos dos Estados Unidos e da Coreia do Sul.

Point of view

Como sempre, temos de lidar com uma Coreia do Norte instável, impredizível e provocadora.

A Coreia do Norte pede regularmente ao Conselho que aborde este exercício anual, Ulchi Freedom, que vai durar até 28 de Agosto. O exercício simula uma invasão da Coreia do Norte com armas nucleares, envolve 50.000 soldados sul-coreanos e 30.000 soldados norte-americanos. Pyongyang diz que os exercícios são um ato de guerra, que visam preparar um ataque no seu território.

O primeiro disparo vindo do norte utilizou uma munição de 14,5 milímetros, antiaérea, e foi seguida de vários tiros de artilharia de 76,2 milímetros, cerca de vinte minutos depois. O sul disparou dezenas de balas de calibre 155 contra aquilo que estimou ser o local de lançamento do ataque norte-coreano

Na sequência do tiroteio, o exército norte-coreano concentrou a artilharia perto da Zona Desmilitarizada, lança-roquetes e canhões.
Estará, também, a preparar o teste de mísseis balísticos de tiro curto e médio prazo.

A Coreia do Sul retomou as emissões de mensagem anti-regime no dia 10 de Agosto, algo que não fazia há 11 anos. As emissões são uma retaliação do sul à explosão, no início do mês, de uma mina na zona desmilitarizada que divide os dois países. Pyongyang diz que as emissões equivalem a uma declaração de guerra e, também em retaliação, retomou as suas próprias mensagens de propaganda contra o sul da fronteira.

O chefe do contigente americano, general Ray Odierno sublinhou as críticas:

- Como sempre, temos de lidar com uma Coreia do Norte instável, impredizível e provocadora.

O Japão também insistiu com a Coreia do Norte para parar com os “atos de provocação”, num momento de crescente tensão na península coreana.

Alheio a todas as preocupações e avisos, Kim Jong Un, ameaça lançar ataques indiscriminados contra a Coreia do Sul, caso não parem, em 24 horas, as mensagens audio de propaganda contra o seu regime, emitidas a partir da zona de fronteira.