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ONU confirma destruição do templo de Bel, joia de Palmira

Fotografias de satélite, divulgadas pelas Nações Unidas, mostram a destruição do templo de Bel, em Palmira.

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ONU confirma destruição do templo de Bel, joia de Palmira

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Está confirmado mais um crime contra a humanidade cometido no deserto da Síria pelos energúmenos do autodenominado Estado Islâmico.

Fotografias de satélite, divulgadas pelas Nações Unidas, mostram a destruição do templo de Bel, em Palmira, o oásis classificado como património da humanidade a meio caminho entre o Mediterrâneo e o rio Eufrates, paragem obrigatória das caravanas que percorriam a Rota da Seda.

Este novo atentado contra a civilização faz recordar o que se estima ser uma das formas de financiamento do grupo jihadista, a venda no mercado negro de obras de arte dadas como destruídas.

O templo de Bel era uma das joias de Palmira e, nas palavras das Nações Unidas, aliava “de forma única a arquitetura oriental com a greco-romana”.

O grupo radical Estado Islâmico controla Palmira desde maio e, em meados de agosto, executou e mutilou o arqueólogo Khaled al-Assad, que foi o responsável pelos museus e antiguidades da cidade durante 40 anos.