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Parlamento húngaro aprova envio de exército para as fronteiras

Depois de erguer vedações de arame farpado ao longo das fronteiras com a Sérvia, a Croácia e a Roménia, o governo da Hungria impulsionou um novo

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Parlamento húngaro aprova envio de exército para as fronteiras

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Depois de erguer vedações de arame farpado ao longo das fronteiras com a Sérvia, a Croácia e a Roménia, o governo da Hungria impulsionou um novo conjunto de medidas ainda mais incisivo. O parlamento húngaro aprovou a mobilização do exército para reforçar o trabalho da polícia nas fronteiras e o uso de armas não letais em determinadas situações.

O ministro da Defesa, István Simicskó, declarou que “a proposta de lei respeita todos os requisitos constitucionais. A nova missão dos militares é limitada ao contexto da crise dos migrantes. Os soldados podem utilizar armas no desempenho das suas funções, mas apenas em situação de autodefesa ou de proteção doutros soldados. Em todas as outras situações, terão de tomar outro tipo de medidas.”

A nova disposição prevê também que as autoridades húngaras possam entrar em qualquer residência particular suspeita de abrigar refugiados. Em vésperas da cimeira europeia, o primeiro-ministro Viktor Orbán declara que os refugiados colocam “a Hungria e toda a Europa em perigo”.