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A dor dos familiares das vítimas da queda do Airbus A321 russo

Imagens do aeroporto de São Petersburgo onde as famílias dos passageiros do Airbus A321, que caiu na península do Sinai, aguardavam, primeiro, os

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A dor dos familiares das vítimas da queda do Airbus A321 russo

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Imagens do aeroporto de São Petersburgo onde as famílias dos passageiros do Airbus A321, que caiu na península do Sinai, aguardavam, primeiro, os seus entes queridos, depois informações sobre a tragédia.

Imagens captadas antes das autoridades russas informarem que não há sobreviventes mas que são já demonstrativas do desfecho desta história da vida real:

Mãe de vítima: “Era suposto vir ter com a minha filha aqui ao aeroporto.”

Jornalista: “Como é que soube da tragédia?”

Mãe de vítima: “Soube quando estava em casa. A minha filha não queria que eu viesse ter com ela aqui. Não queria dar-me essa maçada. Ela é muito independente. Esteve de férias com uma amiga.”

Mesmo para os passageiros que partem do aeroporto de São Petersburgo a situação é delicada:

“Soube da queda trinta minutos antes de sair de casa. Estou assustada e preocupada. Nem sei o que dizer… É assustador, tão assustador que até tenho medo de entrar no aeroporto. Para ser sincera, não sei o que vou encontrar lá. A tristeza das pessoas? É aterrador”, desabafa uma passageira.

A companhia aérea prepara-se para levar os familiares das vítimas para o Egito. Em São Petersburgo, há equipas de psicólogos para lhes darem apoio e foi criada uma linha telefónica para dar informações.