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Cidade síria de Alepo bombardeada pela aviação russa

Alepo foi uma das cidades sírias bombardeadas, esta segunda-feira, pela aviação russa. Segundo fontes militares os ataques permitiram destruir várias

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Cidade síria de Alepo bombardeada pela aviação russa

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Alepo foi uma das cidades sírias bombardeadas, esta segunda-feira, pela aviação russa. Segundo fontes militares os ataques permitiram destruir várias instalações “terroristas.” O termo continua a dividir os apoiantes e os contestatários do regime de Bashar Al-Assad envolvidos numa guerra com três protagonistas: as forças governamentais, os rebeldes e os extremistas do autodenominado Estado Islâmico.

A onda de violência pôs milhares de pessoas em fuga, muitas em direção à Europa. Alepo é, hoje, uma cidade destruída e, julgar pelos números em relação a 2011, praticamente fantasma.

A intervenção russa em território sírio a 30 de setembro deu um novo alento ao chefe de Estado, Bashar Al-Assad, apoiado militarmente pelo Irão e pela guerrilha libanesa do Hezbollah.
Ao lado dos grupos rebeldes sírios, a maioria sunitas, surgem países como os Estados Unidos e a Arábia Saudita. Movidos pelos próprios interesses, todos insistem na necessidade de por fim a uma guerra que em quatro anos já provocou 250 mil mortos e milhões de desalojados.

Os primeiros passos com vista a uma solução política foram dados na semana passada na capital austríaca. Um encontro que contou, pela primeira, vez com a presença de uma delegação iraniana. O futuro de Assad dividiu os participantes, mas muitos acreditam que nem tudo está perdido. Os serviços de informação norte-americanos admitem que o chefe de Estado russo, Vladimir Putin, possa vir a “deixar cair” Bashar Al-Assad.

Mas nem tudo são diferenças. Reunidos em Viena, os representantes de cerca de 20 nações mostraram-se determinados a unir esforços na luta contra os radicais do Estado Islâmico. Uma nova ofensiva diplomática está prevista para a próxima semana.