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Klopp deixa Mourinho à beira de um ataque de nervos

Jürgen Klopp parece disposto a marcar uma era em Inglaterra e somou o primeiro triunfo na Premier League com o Liverpool. Uma vitória obtida à custa

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Klopp deixa Mourinho à beira de um ataque de nervos

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Jürgen Klopp parece disposto a marcar uma era em Inglaterra e somou o primeiro triunfo na Premier League com o Liverpool. Uma vitória obtida à custa de José Mourinho, cujo reinado no Chelsea parece estar cada vez mais próximo do fim.

O técnico alemão avisou logo à chegada a Liverpool que não poderia inverter a crise de resultados de um dia para o outro. Precisou de três encontros para somar a primeira vitória na Premier League, mas logo com um triunfo no terreno do campeão.

O Chelsea vai de mal a pior e somou o quarto encontro consecutivo sem vencer. Ocupa o décimo quinto lugar da tabela apenas quatro pontos acima da linha de água. José Mourinho tem pela frente o maior desafio da carreira.

Em Itália, todas as atenções estavam voltadas para San Siro, onde o Inter defrontou a Roma. Um tento solitário de Gary Medel deu os três pontos à equipa de Milão, num jogo em que o melhor jogador em campo até foi o guarda-redes dos nerazzurri, Samir Handanovič.

O triunfo permitiu à equipa de Mancini ultrapassar a formação da capital na tabela, partilha agora a liderança com a Fiorentina de Paulo Sousa, que goleou o Frosinone por 4-1.

Ases e Azelhas

Com o golo apontado frente ao Las Palmas, Cristiano Ronaldo subiu ao terceiro lugar na lista de marcadores das cinco principais ligas europeias. Somando Inglaterra e Espanha, tem agora 317 golos e está atrás apenas de Gerd Müller e Jimmy Greaves.

Já Luis Suárez, apontou contra o Getafe o golo número 300 da sua carreira. Desde que chegou ao Barcelona, o uruguaio tem 36 golos e 22 assistências em 58 encontros.

Pela negativa, o destaque vai mais uma vez para Carlo Tavecchio. O presidente da Federação Italiana de Futebol já tinha causado polémica devido a comentários racistas, desta vez voltou a abrir a boca para dizer asneira, com declarações antissemíticas e homofóbicas.

A tripla alemã

A Alemanha Ocidental dominou o Campeonato da Europa de 1972, o que lhe valeu uma proeza pouco habitual, só repetida pela própria Alemanha, nove anos depois, e pela Holanda em 1988: juntar na mesma equipa os três finalistas da Bola de Ouro.

O domínio alemão no europeu foi bem evidente nas escolhas para o futebolista do ano e pela primeira vez a escolha foi feita entre três finalistas do mesmo país, Franz Beckenbauer, Gerd Müller e Günter Netzer.

O Kaiser conseguiu apenas mais dois pontos que os seus companheiros de equipa na Mannschaft e conquistou a sua primeira Bola de Ouro. Repetiu o triunfo já de forma mais folgada quatro anos mais tarde.