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Sem rasto de Salah Abdeslam, termina operação policial em Molenbeek

Terminou a operação lançada esta manhã pelas autoridades policiais belgas, no bairro de Molenbeek, sem sinal de Salah Abdeslam, o homem mais

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Sem rasto de Salah Abdeslam, termina operação policial em Molenbeek

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Terminou a operação lançada esta manhã pelas autoridades policiais belgas, no bairro de Molenbeek, sem sinal de Salah Abdeslam, o homem mais procurado da Europa e sobre quem recai um mandato de captura internacional.

Durante a tarde a polícia belga libertou cinco dos sete homens que tinha detido. Os dois outros foram, formalmente, acusados de atentado terrorista e participação em atividades de um grupo terrorista, segundo a agência France Press.

Mohamad Abdeslam, irmão do inimigo número 1, e de um dos kamikaze que se fez explodir na passada sexta-feira, foi libertado.

A caça ao cidadão francês, nascido e residente na Bélgica, que alugou a viatura Polo, envolvida num dos atentados, vai continuar. O irmão de Salah Abdeslam, diz desconhecer o seu paradeiro:

“No que diz respeito ao meu irmão, não sabemos onde ele se encontra, atualmente. Não sabemos, com a tensão que existe, se ele se atreverá a entregar-se à justiça, ou não”, diz Mohamad.

Até ao momento, e dos sete terroristas, foram identificados cinco. Segundo um procurador francês um deles, que se fez explodir no ‘Stade de France’, entrou e foi registado na Grécia, em outubro passado.

Por falha na troca de informação as autoridades francesas terão deixado escapar um homem, para território belga, que apresentava um bilhete de identidade em nome de Salah Abdeslam.

São sobretudo questões, ainda sem resposta, que se levantam. O papel da Bélgica neste contexto é primordial:

“Peritos em segurança alertam que a Bélgica pode ser um dos pontos fracos na luta da União Europeia contra o terrorismo. Talvez por isso se esperem, num futuro próximo, mais incursões como as de hoje”, explica o enviado da euronews a Molenbeek, Sandor Zsiros.