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Parlamento Europeu entoa a "Marselhesa"

Apesar do consenso na solidariedade para com as vítimas dos ataques em França, a visão de Martin Schulz sobre os refugiados não é unânime.

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Parlamento Europeu entoa a "Marselhesa"

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No Parlamento europeu, houve silêncio e cantou-se a Marselhesa em homenagem às vítimas dos atentados em Paris.

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Não nos vamos deixar envenenar pelo veneno destes criminosos. Pelo contrário, vamos cortar o caminho àqueles que atiçam o medo e o ódio. Se vamos suspeitar de todos os refugiados sírios, estaremos a confundir as vítimas com os assassinos.

O presidente Martin Shultz lembrou que é necessário resistir e ao mesmo tempo, não fechar a porta aos refugiados: “Não nos vamos deixar envenenar pelo veneno destes criminosos. Pelo contrário, vamos cortar o caminho àqueles que atiçam o medo e o ódio. Se vamos suspeitar de todos os refugiados sírios, estaremos a confundir as vítimas com os assassinos”, disse.

Schulz entrou numa guerra de palavras com o ministro polaco do Interior, Mariusz Błaszczak, que mantém uma posição contra as quotas de refugiados e lembrou a ocupação da Polónia pelos nazis.