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Euro 2016: Lotação esgotada em França

O momento difícil que atravessa a Europa transformou os jogos decisivos no apuramento para o Euro 2016 na oportunidade ideal para esquecer por

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Euro 2016: Lotação esgotada em França

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O momento difícil que atravessa a Europa transformou os jogos decisivos no apuramento para o Euro 2016 na oportunidade ideal para esquecer por momentos as ameaças que pairam no ar. Ainda assim houve lágrimas e quatro equipas a carimbarem o passaporte para França.

Em Dublin, a República da Irlanda festejou a preceito o apuramento para o Campeonato da Europa. Jonathan Walters foi o herói, o atacante do Stoke marcou ambos os golos na vitória por 2-0 frente à Bósnia-Herzegovina, que em três presenças em lay-offs de apuramento nunca conseguiu seguir em frente.

Já a Ucrânia quebrou uma verdadeira maldição ao deixar pelo caminho a Eslovénia com um empate a uma bola em Maribor, quanto baste para seguir em frente depois de terem ganho em Lviv por 2-0. Após cinco eliminações, os ucranianos festejaram finalmente pela primeira vez um apuramento através do play-off.

Outrora a maior potência do futebol mundial, a Hungria irá regressar ao maior torneio do futebol europeu pela primeira vez desde 1972. Depois de uma vitória sofrida em Oslo, a equipa magiar voltou a vencer em Budapeste.

A Suécia bem pode agradecer o apuramento a Zlatan Ibrahimović. O atacante marcou três golos em dois jogos frente aos rivais da Dinamarca e garantiu a quinta presença consecutiva dos suecos na competição.

Ases e Azelhas

Um destaque óbvio da semana é Zlatan Ibrahimović. O atacante atingiu os 62 golos com a seleção (em 111 jogos) e tornou-se apenas no sexto europeu a ultrapassar as seis dezenas, juntando-se a Ferenc Puskás, Sándor Kocsis, Gerd Müller, Miroslav Klose e Robbie Keane.

Bem mais modesto é o currículo do húngaro László Kleinheisler, no entanto o médio do Videoton, de apenas 21 anos de idade, conseguiu algo que escapou ao atacante sueco: marcar no primeiro jogo pela seleção do seu país.

Pela negativa, Morten Olsen falhou o apuramento e despediu-se sem glória do comando da Dinamarca. Para trás fica um reinado de 15 anos, era o selecionador europeu há mais tempo no cargo.

No entanto a nota mais baixa só pode ir para os adeptos da Turquia que vaiaram o minuto de silêncio em homenagem às vítimas de Paris durante o amigável frente à Grécia. Um comportamento inqualificável.