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Bruxelas já não está em alerta máximo de terrorismo

As autoridades decidiram, esta quinta-feira, reduzir o nível de ameaça de "4" para "3", o mesmo que está em vigor no resto do território belga.

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Bruxelas já não está em alerta máximo de terrorismo

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A região de Bruxelas já não está em alerta máximo de terrorismo e o pó branco suspeito, encontrado numa encomenda enviada para a Grande Mesquita da capital belga, era afinal farinha.

As autoridades decidiram, esta quinta-feira, reduzir o nível de ameaça de “4” para “3”, o mesmo que está em vigor no resto do território belga. Bruxelas estava em alerta máximo de terrorismo desde o fim de semana.

Entretanto, prosseguem as operações para capturar Mohamed Abrini, que dois dias antes dos atentados de Paris foi visto a conduzir um automóvel utilizado pelos terroristas, e Salah Abdeslam, irmão de um dos bombistas suicida, que as autoridades suspeitam ter feito parte do grupo que atacou em Paris.

Os irmãos Abdeslam bem como Abrini ou ainda o alegado mentor dos ataques, Abdelhamid Abaaoud, entretanto abatido numa rusga em Saint-Denis fazem parte de uma lista com 80 nomes de pessoas alegadamente radicalizadas, que foi entregue, em junho, à presidente da Câmara de Molenbeek. A autarca explicou que, para não se cair numa situação “arbitrária”, é às forças federais que compete levar a cabo buscas e detenções e garantiu que a lista foi enviada às autoridades competentes.

As buscas e detenções das últimas duas semanas na Bélgica já levaram as autoridades a acusar cinco pessoas de terrorismo por ligações aos atentados de Paris.