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Financiamento das medidas para limitar o aquecimento global divide conferência do clima

as divergências são ainda muitas sobre a forma como dividir os custos para limitar o aquecimento global este século a 2º Celsius em relação à temperatura média no período anterior à Revolução Industri

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Financiamento das medidas para limitar o aquecimento global divide conferência do clima

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A conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas (COP21) arrancou em Paris com promessas dos líderes mundiais sobre a redução dos gases que provocam o efeito estufa. Mas, as divergências são ainda muitas sobre a forma como dividir os custos para limitar o aquecimento global este século a 2º Celsius em relação à temperatura média no período anterior à Revolução Industrial.

Os desafios são enormes. Cientistas e ambientalistas alertam para as consequências catastróficas para a Humanidade se nada for feito.

Segundo um perito da Greenpeace em políticas climáticas, “vivemos num novo mundo em que todos os países têm de fazer o máximo para limitar as emissões de gases que provocam o efeito estufa, mas também é necessária uma decisão sobre o objetivo a longo prazo de eliminar o carvão, o petróleo e o gás para que, em 2050, 100% da energia produzida seja de fontes renováveis. Há 50% de hipóteses de alcançarmos isso”, conclui.

Segundo “ados reunidos pelo Wall Street Journal (link para assinantes), as promessas apresentadas em Paris vão criar um buraco de cerca de 1 bilião de euros por ano na economia global até ao final do século . O financiamento da transição para uma economia de baixo carbono é a questão mais espinhosa que os delegados de quase duzentos países têm pela frente nas próximas duas semanas, mas a alternativa de deixar as coisas como estão terá seguramente consequências ainda mas catastróficas para a economia.

A COP21 concentra muitas atenções nas redes sociais: