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COP21: França ajuda África com milhares de euros para desenvolvimento de energias renováveis

O Presidente francês, François Hollande, disse esta terça-feira na COP21 que o seu país ajudará África com milhares de euros para projetos energéticos

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COP21: França ajuda África com milhares de euros para desenvolvimento de energias renováveis

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A Cimeira do Clima das Nações Unidas ou COP21 começou há dois dias e os representantes de mais de 150 Estados já tomam as primeiras decisões em relação a projetos futuros e a fundos necessários para que estes se tornem realidade.

Os líderes mundiais procuram saber quem pagará o quê, sobretudo porque, ao voltar para os seus países, terão de chegar com um acordo na mão que seja bem visto pelos cidadãos.

A França, por exemplo, tomou esta terça-feira a iniciativa de ajudar o Continente africano com projetos orientados para o desenvolvimento de energias renováveis e para a eletrificação de diversas regiões durante os próximos anos.

“Uma porção muito substancial dos nossos esforços irá para África, particularmente para projetos de eletrificação do continente, e isto, antes de dois mil e vinte. Anuncio que a França transferirá 6 mil milhoes de euros para este tipo de projetos entre 2016 e 2020”, disse o Presidente francês na COP21.

A Aliança Internacional Solar

Entretanto, uma coligação de 121 países das regiões com mais sol do planeta apresentou, à margem da COP21 2, a Aliança Internacional Solar, por iniciativa do Primeiro-ministro da União Indiana, Narendra Modi

“Queremos trazer a energia solar para as nossas vidas, as nossas casas, tornando-a menos cara, mais confiável e mais fácil de a ligar em rede”, disse Narendra Modi.

A ISA reúne Estados situados entre os trópicos de Câncer e de Capricórnio, alguns dos quais têm mais de 300 dias de sol por ano.

Na declaração de apresentação da coligação, os países signatários referem que querem reduzir os custos de financiamento e de tecnologia para desenvolver ativos solares competitivos.

Espera-se que da COP21, que termina a 11 de dezembro, resulte um acordo global e vinculativo para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, de modo a limitar o aquecimento global a 2º Celsius, por comparação com a era pré-industrial.